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Crédito entre particulares – por que se desaconselha o empréstimo privado e o crédito deve ser feito junto de um banco

Crédito entre particulares – por que se desaconselha o empréstimo privado e o crédito deve ser feito junto de um banco

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Crédito entre particulares – por que se desaconselha o empréstimo privado e o crédito deve ser feito junto de um banco

Quando se precisa de dinheiro a curto prazo, um empréstimo de amigos ou familiares pode parecer uma boa ideia. No entanto, esse empréstimo privado pode revelar-se problemático para credor e devedor, apesar da expectativa de que seja rápido e pouco burocrático. Pelos seguintes motivos desaconselhamos essa via e recomendamos, em alternativa, um crédito junto de um banco.

Piores condições de crédito:

Num empréstimo privado, o mutuante estará provavelmente disposto a emprestar sem juros ou a uma taxa muito baixa. Dificilmente aceitará, porém, um montante tão elevado ou um prazo tão longo como os disponíveis num banco. Atualmente, os créditos pessoais são oferecidos entre 3.000 e 350.000 €, com prazos até 120 meses. Quanto mais curto for o prazo de reembolso, mais alta será a prestação mensal, o que aumenta o risco de dificuldades de pagamento. Já o prazo máximo de 10 anos num banco permite uma prestação muito baixa. Além disso, o prazo é livremente escolhido e pode ainda ser alterado mais tarde através de uma consolidação, de modo a adaptar a prestação mensal às suas necessidades.

Sem seguro:

Num crédito através de um intermediário ou de um banco está incluído um seguro em caso de morte. Pode ainda contratar-se voluntariamente uma proteção das prestações, graças à qual, em caso de doença imprevista ou desemprego, as prestações também são assumidas pelo seguro. Assim evitam-se problemas de reembolso e a solvabilidade não é prejudicada. Num empréstimo privado essa possibilidade não existe, o que, numa situação inesperada, poderia criar dificuldades de pagamento para ambas as partes.

Desvantagens fiscais:

Após a contratação de um crédito, os juros pagos podem ser deduzidos nos impostos. Essa possibilidade existe também num empréstimo privado. Porém, apenas se for celebrado um contrato escrito e existir prova dos pagamentos de juros. Se o crédito for contratado num banco, recebe atempadamente a certidão de juros necessária para os deduzir sem problemas e poupar dinheiro.

Problemas no reembolso:

Num crédito através de um banco ou intermediário, as condições e o reembolso ficam claramente definidos e em conformidade com a lei. Ao contrário de um empréstimo privado, isto também protege o mutuário. Se num empréstimo privado não tiver sido acordado um prazo de reembolso, o mutuante poderia denunciá-lo a qualquer momento com um pré-aviso de seis semanas, obrigando o mutuário a devolver de súbito todo o montante restante até ao fim desse prazo. Num crédito bancário, o contrato define exatamente como deve decorrer o reembolso. Assim, o mutuário fica protegido de um reembolso abrupto. Evitam-se também mal-entendidos e conflitos que poderiam surgir de ambiguidades num crédito entre amigos.

Risco para o mutuante:

Conceder um empréstimo privado representa um risco para o mutuante. Sobretudo se ele próprio contrair um crédito bancário para o financiar. Se o devedor do empréstimo privado não pagar as prestações como acordado e o mutuante não as puder cobrir, é ele quem responde perante o banco. Isso implicaria também um registo na SCHUFA, o que prejudicaria um pedido de crédito posterior. Ao contratar o crédito num banco em vez de um empréstimo privado, evita expor os seus familiares a esse risco desnecessário. Além disso, o empréstimo privado não pode ser interpretado erradamente como uma doação dissimulada, declarada como empréstimo para evitar o imposto sobre doações.

A nossa recomendação:

Nos empréstimos privados existem, portanto, riscos para credor e devedor que se evitam com um crédito bancário. Com este não há ambiguidades quanto às condições e ao reembolso, o que também previne conflitos ou uma eventual responsabilidade do mutuante. Além disso, o mutuário beneficia de maior proteção ao contratar o crédito num banco. Tem a possibilidade de contratar uma proteção das prestações e não corre, como num empréstimo privado, o risco de lhe ser exigido de súbito o reembolso do restante. O contrato será também corretamente formalizado e, assim, utilizável para a dedução fiscal dos juros.

É muito provável que, junto de um intermediário ou de um banco, tenha mais margem nas condições do crédito do que um familiar lhe poderia oferecer. Na Mutuo Gruppe.de pode, por exemplo, obter montantes até 350.000 € com prazos entre 6 e 120 meses. O ideal é combinar no nosso simulador os vários montantes e prazos disponíveis para determinar a prestação ideal e pedir o crédito pessoal já nessas condições.

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